4.18.2018

Conheça o Design Sprint, metodologia que traz eficiência e funcionalidade aos seus brainstorms



Design Sprint é uma nova metodologia e um novo conceito na hora de criar um produto ou uma marca, ao invés de apresentar apenas o seu conceito no desenvolvimento e deixar que o mesmo assuma as etapas de criação. Todo o conceito do produto é desenvolvido em conjunto com a empresa/produto.

O processo busca minimizar os riscos de um produto mal planejado, visando a máxima eficiência no levantamento de riscos e ideias.
Desenvolvido pelo Google Ventures, o Design Sprint é uma maneira de levantar ideias sobre um produto, suas implementações e funcionalidades em um espaço de tempo menor. São cinco dias de brainstorming, juntando práticas de estratégia de negócios, inovação, ciência do comportamento e design thinking.

O Design Sprint busca agilizar em uma semana todo o processo de discussão que pode durar meses. Ao final da semana, um protótipo é apresentado já testado e aperfeiçoado. O Sprint oferece às empresas a possibilidade de construir e testar ideias em apenas 40 horas.


Todo o processo de Design Sprint é dividido em cinco partes:

Compreensão
Os participantes avaliam o problema que precisa ser resolvido, o público-alvo daquele projeto e o formato que irão utilizar.

Divergência
A equipe toda é encorajada a se livrar de julgamentos limitadores e a participar de um brainstorming vigoroso. O propósito é fazer com que um grande volume de ideias surja – independentemente do quão factíveis elas sejam.

Decisão
Após as discussões, a equipe toda vota e define quais ideias merecem ser desenvolvidas.

Protótipo
Todos esboçam rapidamente o desenvolvimento das ideias, concentrando-se apenas no fluxo entre a UI e a UX.

Validação
Os designers e engenheiros apresentam os produtos e respectivas características a alguns usuários.
Ao final das etapas do Design Sprint, é obtido um protótipo muito mais assertivo e preciso aos interesses dos investidores.

Saiba mais sobre esse assunto em: http://www.gv.com/sprint/

DIEGO Perez
Criação na LB Comunica
Desenhista e ilustrador, fã de games e ama gatos.

4.11.2018

Obviedades, jargões, dogmas e certezas



No seu trabalho você se depara com coisas óbvias? Com informações que não precisariam ser ditas? Isso pode ocorrer com bastante frequência, mas o que pode ser óbvio para um, certamente não é para todos com que se relaciona.

Na agência, é comum falarmos sobre “briefing”, “branding”, “sugestão de pauta”, “mockup”, “broadside”, “clipping”. Utilizamos, inclusive, suas variações, como “Você ‘brifou’ o redator?”, “vamos enviar a clipagem para o cliente”, entre outras.

No campo jurídico, em outro exemplo, costumamos falar de “inversão do ônus da prova”, “prescrição e decadência”, “desconsideração da personalidade jurídica”, “isenções e imunidades”, “rol”, “embargos de declaração”... São tantos termos, palavrinhas e expressões tão usuais como qualquer peça de mobiliário para quem é da área, mas incompreensíveis para   a grande maioria das pessoas.

Então, nesses casos, é preciso se aproximar da linguagem do ouvinte, do receptor da mensagem. Se ele entender errado, a responsabilidade é de quem falou, de quem escreveu. E pior do que ter a responsabilidade em si é saber que a mensagem não foi compreendida, o que é tão negativo ou mais do que não ter sido enviada. O óbvio deve ser explicado para alguém que não é da área. Por outro lado, se for explicá-lo para quem faz parte do seu segmento, pode ser ofensivo ou até demonstrar ignorância, superficialidade, arrogância. Portanto, atenção quanto aos interlocutores.

Outras coisas que acabam atrapalhando a comunicação são as certezas. Quantas vezes você já ouviu alguém falando algo como “não dá para comprar aquilo em outro lugar”, “só como isso no restaurante X”, sem ao menos ouvir sua dica, sem conhecer a sua proposta? Se já aconteceu com você de sair de casa debaixo de temporal, viajar por menos de uma hora e encontrar um lindo dia no lugar do destino, você entende que, às vezes, é preciso ter uma dose de fé, acreditar que pode ser diferente da sua convicção. Tem gente que vai e tenta, tem gente que nem sai de casa se estiver em um cenário desses. Por isso é fundamental saber lidar com todos os tipos de pessoas — as que não sabem ou não querem nem ouvir e aquelas mais receptivas. Saber ouvir, ter paciência e mostrar utilidade no que você oferece podem ajudar nessa difícil batalha.

Se as certezas são como paredes, os dogmas podem ser considerados muralhas – bloqueiam a passagem do sol e das ideias. A troca, o relacionamento e a interação dependem de receptividade quanto àquilo que o outro deseja comunicar. “Furar” um dogma (excluindo os religiosos, que são um capítulo à parte) não é tarefa fácil. Só com algo muito inovador e uma boa dose de confiabilidade. O amor em alguns casos e o respeito em outros, por quem comunica, podem fazer com que seja ouvido — mesmo que a mensagem não seja prontamente aceita, já será ótimo se for realmente absorvida e possa gerar uma melhor comunicação em um outro momento.

“Minha maior certeza é ter centenas de incertezas”, ou algo parecido, sábia frase. Li há poucos dias, não lembro onde, nem em que contexto. Mas vou adotar! Boa comunicação!



ADRIANA Gordon
Coordenadora de redação da LB Comunica,
advogada e mãe em tempo integral

4.04.2018

Paródias e publicidade: experiência de marca envolvida pela música



Quando começamos a fazer o planejamento de uma campanha as primeiras coisas que vem à nossa mente são os cenários, personagens, enredo, etc. Além desses itens, um outro de extrema importância deve ser considerado desde o início do planejamento por ser decisivo: a trilha sonora.

A trilha sonora de uma campanha pode ser composta por trilha branca, um jingle, um hit já consagrado, composição de uma nova música especifica para o job ou até mesmo uma paródia.
A música começou a ser usada na publicidade para aumentar a atenção e a resposta emocional do espectador nas campanhas. Para definir uma trilha é preciso ter sensibilidade, bom ouvido, emoção e conhecer bem o público-alvo e o projeto, para saber exatamente a intenção e o sentimento, atingindo o objetivo que aquela trilha deverá passar.

As pessoas buscam uma relação mais íntima com o conteúdo produzido pelas marcas, e nada melhor que usar a música que está presente em quase todos os aspectos da nossa vida. Utilizá-la como um canal para influenciar na compra, ajuda na construção da marca e na relação com o consumidor.
Atualmente as marcas apostam cada vez mais na criatividade, bom humor e na popularização na hora de definir as trilhas de suas campanhas. Muitas delas acabam apostando em paródias de hits já consagrados como uma estratégia para atrair público e impulsionar o conteúdo que está sendo produzido.

Essa tem sido uma poderosa ferramenta de fixação e viralização de campanha em um mundo cada vez mais digital. Parcerias com artistas popularizam as campanhas e os hits, o que também se torna um vantajoso para os artistas, uma vez que buscam a impulsão e o engajamento de seu trabalho.
O estudo All About Music realizado pelo Vagalume mostra que 59% das pessoas compram produtos por estarem associados a algum artista, uma vez que eles servem de inspiração e projeção de desejos nos consumidores.

Abaixo podemos ver algumas marcas que apostaram no uso das paródias como estratégia e que deram muito certo, independente do segmento da empresa, um dos exemplos é de uma prefeitura :

Prepara - Copa do Mundo FIFA 2018  - McDonald’s (Paródia da música “Prepara” da cantora Anitta)


MULTITELEI - NET (Paródia da música “Farofei” da cantora Karol Conka)


Semana do Cliente – Casas Bahia (Paródia da música “Cinquenta Reais” da cantora Nayara Azevedo)


Coxinha em Dobro Malandramente - Ragazzo (Paródia da música “Malandramente” do MC Dennis com os MC's Nandinho & Nego Bam)


Dengue ai se eu te pego - Prefeitura de Salvador (Paródia da música “Lepo Lepo” do cantor Psirico)


A música é um recurso para uma estratégia de campanha, e usá-la de forma criativa e divertida pode aproximar a marca do consumidor e ainda trazer bons resultados.

NAYARA Gonzaga
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Curte um suspense e suas playlists vão de rock a mpb.

3.28.2018

Comunicação Integrada: Tudo em uma linguagem só




Quando falamos de comunicação integrada pontuamos todos os aspectos de uma organização, afim de alinhar uma identidade que envolva o ambiente interno e externo da empresa.

Esse tipo de estratégia é determinante para atingir o sucesso de qualquer organização que esteja ou não em desenvolvimento. Além de propagar sua marca, esta ação promove a integração e motivação entre as equipes de trabalho.

No ambiente interno é de costume trabalhar material gráfico, digital, endomarketing e campanhas que envolvam os funcionários. É um trabalho bem completo e é importante que as equipes estejam alinhadas e com um planejamento constante para que seja realizado com êxito.

O conjunto de ações demonstra que a organização se preocupa em passar uma boa imagem sobre aquilo que acredita, tanto para os clientes quanto para os colaboradores, além de passar a ideia de que estão antenados com as tendências de marketing do mercado.

Falando de ambiente externo, estamos nos dirigindo às redes sociais (Facebook, LinkedIn, Twitter, YouTube e Instagram), site, blog e eventos. Nesta praça nos dedicamos ao visual e criação de conteúdo, e nos preocupamos em como a marca irá aparecer para quem não a conhece, deixando claro sua missão e seus valores. 

Expor as ideais e as causas que a marca busca e acredita é um ponto importante de ser abordado, uma vez que atuais e possíveis clientes estão buscando cada vez mais estas informações.

Mas, da mesma forma que a marca pode ganhar, ela também pode perder dependendo do que for publicado nas redes sociais. Trabalhar layouts específicos para a temática de postagens trazendo uma integração entre as redes é o que faz a diferença e mostra que existe um planejamento por trás de cada post. Nestes casos, trabalhar com cronogramas e frequência de publicações é imprescindível. É mais uma forma de se fazer presente e atual.


CAMILA Pereira 
Atendimento e Planejamento na LB Comunica,
Adora academia, família, seus cachorros e a série Dexter.

3.21.2018

Persistência é para poucos!



Alcançar a tão sonhada vaga em qualquer ramo da Comunicação não é fácil. É necessário ter muita persistência, perseverança e insistência. Todos dizem isso, não é verdade? Mas no Jornalismo ou na área de Comunicação o negócio é bem mais complexo. Garanto.

Quero oferecer algumas dicas importantes para você que é estudante de comunicação ou até que é formado, mas está fora da área por falta de oportunidades.

1 – Foque na área que traga realização para você.
2 – Faça contatos nessa área, seja por e-mail ou WhatsApp, mas principalmente por telefone.
3 – Busque informação a respeito do ramo em que deseja atuar.
4 – Leia bastante sobre todos os assuntos.
5 - Ofereça seus serviços. Trabalhe até sem remuneração no começo. Eu fiz isso por três anos, entrei na área e hoje colho os frutos do meu esforço e abnegação.
6 – Acredite no seu potencial. Só você pode fazer isso.
7 – Não desanime. Seja corajoso. Busque alternativas. Seja sábio.
8 – Recebeu aquela famosa resposta: “não temos vaga”? Não desista e persista. Espere um tempo, ligue de novo para a pessoa responsável, mande e-mail, tente novamente. Pode ser que um dia, naquele momento em que você ligar ou mandar uma mensagem, o responsável tenha uma vaga disponível que pode ser sua.
9 – Enquanto está parado ou não consegue algo, especialize-se. Estude. Trabalhe em outras atividades que não sejam do seu interesse. Isso com certeza o fará crescer profissionalmente.
10 – Analise o seu limite. Se você estiver tentando por muito tempo e não consegue de jeito nenhum uma vaga, pare, pense e reflita. Talvez seja hora de tentar outra área de atuação. Isso pode e vai te deixar triste no momento, mas saiba que as portas se abrirão em outro setor, e será muito melhor para a sequência da sua vida profissional.
                                                       
Sucesso na caminhada. Até a próxima!

DIOGO Cardoso
Redação e Assessoria de Imprensa na LB Comunica
Apaixonado por viagens com a família e amante de futebol.

3.14.2018

Inputs Criativos



Muitas pessoas perguntam como funciona o processo criativo e como os times de criação desenvolvem seus projetos e chegam a um resultado satisfatório e surpreendente para o cliente.

O que ocorre é que muitas vezes o processo criativo é  único para cada criador. Existem algumas práticas e técnicas para melhorar esses processos, mas basicamente tudo depende da sensibilidade e vivência pessoal do indivíduo que está criando.

E é a partir desta vivência pessoal que a grande maioria dos projetos são criados. Quem nunca ouviu aquela famosa frase “nada se cria, tudo se copia”? Bem, não é um termo completamente certo pois isso é plágio, mas quando falamos de Inputs criativos é basicamente o que se ocorre.

Input é tudo que está entrando em nossa mente, ou seja, tudo que vivemos, olhamos, assistimos, sentimos e ouvimos, algumas vezes de forma consciente e, muitas vezes, que surgem no nosso inconsciente. E é justamente nesse ponto nebuloso chamado inconsciente em que achamos que criamos nossas obras-primas sem referência nenhuma. Mas, como dito antes, não é exatamente algo novo que surgiu na nossa mente.

Por isso, uma das mais importantes funções de um criador é verificar se o que ele está fazendo já não foi feito por outra pessoa. Não existe problema algum em pegar referências, aliás é sempre bom lembrar que estamos fazendo isso 24 horas por dia, então podemos direcionar as nossas ideias a determinados assuntos e vivências na hora de criar algo para um projeto.

Além disso, os inputs criativos podem acontecer antes de um projeto ser desenvolvido ou até mesmo durante — a partir do momento em que artistas, designers e profissionais de criação recebem seus briefings, é bem possível que suas respectivas mentes sejam direcionadas automaticamente ao assunto e, durante o ócio criativo, onde esses profissionais estão em suas horas de lazer, descanso e fazendo atividades prazerosas, é provável que prestem mais atenção a itens que lembram o trabalho que está sendo feito.

Além dos inputs, existem diversas outras técnicas que os profissionais de criação utilizam nos seus projetos, algumas mais específicas, outras generalizadas. Então sempre é bom contratar pessoas que estudam e vivenciam esses processos para que seu projeto tenha uma boa base e, principalmente, não seja cópia de nada.

DANIEL Prado
Criação na LB Comunica
Ator, ama criar identidade de marcas e decifrar logos.

3.07.2018

Fake News: A “arte” de tornar uma mentira em verdade pela maioria



Você provavelmente já se deparou com um boato na internet, uma notícia estranha, que você duvidava muito que realmente fosse verdade. As notícias falsas, mais conhecidas como fake news, estão cada vez mais presentes na nossa rede e são utilizadas de todas as formas.

Nos Estados Unidos, na última eleição presidencial, conteúdo produzido por russos e espalhado por pessoas que não existiam chegou para quase 126 milhões de americanos.
Pessoas que não existem? Sim! São conhecidos como bots, robôs virtuais programados para disseminar um conteúdo mentiroso em redes sociais. Por exemplo, o robô pode ser programado no Twitter para cada vez que publicarem a hashtag #eusoubrasileiro, ele irá dar um retweet, multiplicando assim a informação.

Como estamos chegando em um período eleitoral, a tendência é que as fake news comecem a aumentar de forma visível. Elas não servem apenas para plantar uma mentira, mas sim para potencializar as fraquezas do seu oponente. Tudo é feito de forma estratégica, para atingir exatamente o que deve atingir e chegar em quem deve chegar.

O objetivo maior é que as pessoas passem a acreditar nas notícias. Com isso elas mesmas irão começar a replicar o conteúdo, tornando um fluxo natural da informação. Os bots são usados para alimentar essa rede.

Mas como a notícia nasce? Geralmente são usados locais chamados de bunkers, onde se forma praticamente uma agência digital secreta, com servidores hospedados fora do Brasil. O conteúdo mentiroso é produzido e publicado em lan-houses que não necessitam de identificação para acessar, deixando assim a ação sem rastros. Ai que entram os bots para replicar o conteúdo até que as próprias pessoas passem a acreditar naquele fato e disseminar a notícia por conta própria.

O Facebook é uma das redes utilizadas para esse processo, mas lá realmente é uma rede social, em que você aceita as pessoas com quem supostamente você tem algum tipo de conexão, então o trabalho dos robôs é mais complexo. O maior perigo fica no Twitter, que é a rede preferida dos robôs, pois não há a necessidade de aceitar a conexão, é um sistema de difusão de informações.

Pesquisadores das universidades do sul da Califórnia e de Indiana, nos EUA, estimam que existam entre 9 a 15% de bots no Twitter. Imagem só, a rede possui um total de 330 milhões de usuários, então, pelo menos 29 milhões podem ser fake!

Mas nós podemos combater este tipo de mecanismo apelativo. Desconfie quando o portal em que a notícia está publicada for desconhecido, pesquise em grandes portais antes de replicar o conteúdo. E se a notícia for estranha e estiver em um portal conhecido, entre nele e pesquise a mesma para saber se realmente está lá, pois muitos especialistas em fake news falsificam sites conhecidos para publicar as suas mentiras e tentar ganhar credibilidade.

O mais importante, nunca replique conteúdos que você não tem certeza se realmente exprimem a verdade. Não colabore com esse tipo de mercado, pois ele estará cada vez mais presente neste ano de 2018, principalmente mais perto de outubro.

JOÃO VICTOR Padovan
Redação e Assessoria de Imprensa na LB Comunica
Jornalista amante de esportes e de um bom churrasco com a família e amigos.